segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Tiras tu ou tiro eu?!
Foram uns óptimos quatro anos, o pouco escrito deixado deixou rapidamente de ser sentido e de pronto abandonado. Até hoje.
(longos anos amados, sem ressentimentos e com saudade os tento deixar)
Hoje há uma necessidade de desengatar, de revoltar[virar] o que acontecerá. De volta às entidades da ilusão e aos simpáticos momentos com eles, criar clichézinhos de harmonia, embalá-las com uma cantiga, dar-lhes banho, conspurcar o que há para conspurcar, dar-lhes banho, pô-las a dormir, e entregar à procedência.
[algo me diz que essa queca mal dada ainda vai sair caro](pois..)Vou só ali lavar a escumadeira e já volto..
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
No inicio, meus amigos, no inicio tudo é belo. No inicio Ele disse "Faça-se Luz!", e fez-se luz. E fez tudo numa semana e depois foi descansar. Cruzou as pernas em cima da mesinha da sala e ficou a ouvir o Alcabideche de Cima VS Vão da Cova naquele rádio roufenho enquanto roía as unhas. Ele fez tudo o que havia para fazer nessa semana. O céu, a terra, as árvores, os pássaros, a água, o fogo, o material e o imaterial, o cognitivo e o sensorial, TUDO. Tudo se fez numa semana.. e vai daí descobriu que havia feito o que tinha a fazer e foi fazer a vida d’Ele pa outro lado. Porque no inicio há todo um universo para descobrir e explorar. Há tudo para criar. É mudança de estação e as hormonas despertam, há vontade e desejo, e bora lá pá frente que é golo. Contudo, esta coisa do “Ser” é ambígua! Naquilo a que toca “Ser-se” é permitido construir, nomeadamente construir novos universos. O chamado expandir, pelo que é compreensível que ao fim de uma semana se queira construir outro universo. Se acorde de manhã e se pense: “…”, e bora lá fazer tudo outra vez… E assim sucessivamente, em efeito bola de neve, começar sempre, e acabar sempre, porque construir um novo universo implica deixar para trás o universo anterior. Há que matá-lo. Acabar com as marcas dele. Mostrar-lhe que morreu e amanhã será um novo universo a amanhecer. O fim é um novo princípio. Ámen.
Josué Silvério
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Larga qué minha!!!!!!!!
Não tendo como objectivo ser pedagógico, muito menos dizer que, "sim esta é que é a forma" apenas queremos explicar ao mundo que em oposição à "Mui Bela Arte do Engate" existe a "Vil'Arte de Desengatar". Aquele situações que que nunca se quis amar, nem sequer estar mais que uma vez e que se arrastam.. Até ao dia em que imundice vem ao de cima, o pior... É quando gostam. Mas isso. [Isso é outra estória].
Francisco Tomé.